Diário Via de La Plata - dia 05/07

05-07 (66) até 08-07 (69) em Sevilla

Aproveitei para descansar e conhecer a cidade. City-tour a pé com um grupo enorme, de graça, a maioria eram jovens que se hospedavam em vários albergues. Escrevi meu diário e o dia especial de chegada, primeiro as ideias no caderninho e depois elaborar o texto no computador.

No dia 04 anoite, fui a um concerto de música barroca, conjunto composto pode duas flautas, um violoncelo e piano. O show foi nos jardins de Alcazen, de dia o local já é bonito e a noite, com a iluminação, fica mais.

Achei um restaurante vegetariano, repeti por 3 vezes, muito bom.

Não tinha pressa de conhecer os locais, podia passear com calma, um delicia poder fazer isso. Fui ao Real Alcazem e seus jardins, andava devagar e via os turistas correndo para ver tudo, eu não. Quanto espaço construído e disponível, que desperdício. Porque continuamos construindo novos edifícios se têm tanto local pronto?

Comprei mais duas correntes para a bike, agora sim. Posso passear pela cidade e prendê-la com segurança.

Visita a catedral e a torre. Sentei-me e observei atentamente o movimento e a construção, enorme. Ir a loja el Corte Ingles para comprar um GPS novo, passear na praça Espanha, mais um monumento nos dois sentidos.

Andar de bike no parque Maria Luisa, Alamilla e outros. Vários jovens brincado com a água que é usada para molhar o gramado.

Um dia atravessei a cidade para ir almoçar em um restaurante indiano. No horário das 15h00 às 19h00, quase tudo fecha, o calor é muito, um bom horário para tirar ciesta.

A universidade é enorme, muitos pavilhões, cada um de um tipo. Um centro esportivo maior ainda.

Outro show, agora de musica pop-espanhola no Centro Andaluz de Arte Contemporânea (CAAC), um musica gostosa.

Encontrei um peregrino iniciante, ia fazer de bike. Era seu primeiro dia, estava todo enrolado, perdido e atrasado, igual a mim nos primeiros dias.

Visitar uma exposição no CAAC que está instalado no antigo monastério Santa Maria de las Cuevas. A exposição se chama, sem Realidade não há Utopia. Mostrava através de contraste entre o comunismo e o capitalismo como o mundo se tornou realidade.

Não podia deixar de ver um show de flamenco, interessante. A origem da musica e deste povo é indiana, e por fim um novo show de música new-age, não gostei.

Preparar-me e entrar em sintonia com a nova etapa que inicia no dia 09.

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