Diário Fisterra - dias 09 a 11/06

09-06 (41) Fisterra (Galego) ou Finisterre (Espanhol/Castelhano)

Consegui ficar sem caminhar, o máximo que fiz, foi sair do apartamento e dar a volta na quadra. Determinei-me a dar folga aos pés. Como havia convidado a Michele para ficar no quarto extra, ela resolveu fazer a janta e comprar as coisas, eu lavei a louça.

 

10-06 (42) Fisterra

Andei uns 199 metros, para me despedir de Michele que pegou o ônibus para Santiago e depois para Paris, ela desejava que a volta fosse devagar. Fui fazer massagem nos pés e pernas, no almoço comi paella marinada e marisco no vapor. Voltei para o apartamento e li  o único livro que trouxe, em voz alta, quero praticar sentir e expressar o sentir na voz. Tomei um banho de banheira demorado e descobri que os pés não estão com perda de sensibilidade, mas sim, com muita, acho isso, pois a água da banheira parecia fervendo nos pés. Assistir tv e relaxei.

 

11-06 (43) Fisterra

Novamente ler em voz alta, tentando sentir e transmitir emoção. Massagem, agora nas costas, vários nós. Visita ao museu do pescador, acabei derrubando o ipod no chão, quebrou o visor, agora tenho que adivinhar os locais para funcionar, fiquei triste com o descuido.

Almoço com polvo a galega e alguns chops.  Caminhar na praia, fica a uns 1,5 km, areia branca, muitas conchas, água limpa e gelada, vento frio. Pus os pés no mar por uns 30 segundos, a tradição diz que o peregrino deve: ver o por do sol no farol, por os pés no mar e queimar suas roupas e botas de peregrino, faltou a última, para mim é um desperdício, e não quis fazer.

Depois do almoço fiz algo que não fazia há muito tempo, sentei em frete a tv e assisti sessão da tarde comendo pipoca. Foram alguns filmes, sequer sai para jantar, curti o sofá.

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